quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

POSTAGEM NÚMERO 100

Registros da História do Surf Brasileiro

Nos últimos 5 anos venho trabalhando neste projeto de pesquisa do livro “A GRANDE HISTÓRIA DO SURF BRASILEIRO” uma massa de informações incrível que foi distribuída de forma aleatória neste blog.

EM JANEIRO DE 2018 A PREFEITURA DE SANTOS HOMENAGEOU MAIS 5 SURFISTAS PIONEIROS, MANOEL DOS SANTOS OLHANDO PARA A CÂMERA
FOTO: DRAGÃO COM CELULAR

Manoel dos Santos, à exemplo de Duke Kahanamoku, tem uma medalha olímpica de natação na Olimpíada de Roma em 1960, também foi o nadador mais rápido do mundo em seu período áureo. A entrevista que fiz com Manoel está, praticamente na íntegra, na prévia do capítulo 7 do livro, apresentado aqui neste blog em 2013 – busquem o LINK no final desta postagem.


ESTA FOTO FIZ NA ACADEMIA DE NATAÇÃO QUE MANOEL DIRIGE, PERTO DO ESTÁDIO DO MORUMBI, NA CAPITAL PAULISTA
FOTO: DRAGÃO

Gravei outro depoimento muito interessante dele durante a cerimônia realizada no Salão Nobre da Prefeitura de Santos no dia 26 de janeiro. Na foto também aparece outro pioneiro homenageado, Paulo Miorim, que tem colaborado com muitas informações em meu projeto de pesquisa do livro. Miorim esteve envolvido com as pranchas GLASPAC, a primeira grande fábrica montada no Estado de São Paulo, aguardem entrevista com ele, já realizada e que em breve estará aqui neste blog.

UMA DAS FOTOS QUE PAULO MIORIM TEM DIGITALIZADAS. GUARUJÁ ANOS 60
ARQUIVO PESSOAL PAULO MIORIM, QUE É O SEGUNDO SURFISTA A PARTIR DA DIREITA, NA FOTO DO TOPO MIORIM ESTÁ NO CENTRO DE CAMISA AZUL

Falando em entrevistas... Esta é uma postagem comemorativa \ retrospectiva de NÚMERO 100 em meu Blog HISTÓRIAS DO SURF coloco abaixo os links para uma série destas entrevistas que coletei em meu trabalho de pesquisa.
São mais de 100 gravações e o que tenho feito é transcrever “editando”, quase sem cortes e colocando estas pérolas aqui no blog para o desfrute dos interessados em se aprofundar na sabedoria histórica destes intrépidos surfistas que esticaram a borda da prática do surf em seu tempo.
CLIQUEM NOS LINKS ABAIXO PARA CONHECER HISTÓRIAS CATIVANTES

SURFISTAS


























As competições também tiveram um espaço marcante neste blog e estarão no livro, que (sendo captado o valor de ICMS previsto), terá seu primeiro de 5 VOLUMES lançado ainda este ano.
VEJAM ALGUNS LINKS PARA POSTAGENS QUE ABORDAM

CAMPEONATOS
















PRAIAS

Outro aspecto importante para a concretização deste meu livro são as viagens de pesquisa que tenho realizado, graças ao apoio das marcas que aparecem aqui na coluna da direita deste blog, para quem navega em desktops ou laptops, nos smart phones eles não aparecem.








Para quem quiser sentir a pegada do livro, no segundo semestre de 2013 disponibilizei um aperitivo dos primeiros capítulos. Respirem fundo e cliquem nos LINKs abaixo elencados. A obra impressa certamente será diferente, mais concisa, com outra diagramação, mas o conteúdo é similar a este...









Para finalizar destaco a importante criatividade de meu maior parceiro neste projeto, Fernando Mesquita, um dos fundadores da revista Fluir e que será o responsável pelo Projeto Gráfico do livro.

Este projeto vai culminar com o lançamento de 5 VOLUMES, e um sexto no futuro mais distante, desta GRANDE HISTÓRIA DO SURF BRASILEIRO, conheça detalhes clicando no link abaixo:

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

SUPREMACIA BRASILEIRA

Rescaldo pós Triple Crown 2017


O havaiano John John Florence levou o título da temporada, mas analisando com mais atenção podemos notar que a “Tempestade Brasileira” nunca esteve tão forte. Vamos levar em conta as performances nesta Tríplice Coroa Havaiana e em toda temporada de 2017 da WSL.

GABRIEL MEDINA MANTEVE JOHN JOHN SOB PRESSÃO ATÉ O ÚLTIMO DIA DE COMPETIÇÃO DA WSL EM 2017

Os embates diretos entre eles não foram tantos nesta temporada, mas muitos outros com certeza virão nos próximos anos. Há quem acredite que John foi beneficiado na bateria contra Ethan Ewing e que com isso o quinto lugar alcançado por Gabriel ao vencer Slater seria suficiente para garantir o segundo título ao brasileiro.
Pode até ser...
Por outro lado, concordo com a entrevista de Kelly Slater ao Canal Woohoo em que raciocinou que quando um desafiante, ou atleta mais baixo no ranking, enfrenta um campeão consagrado, não pode deixar dúvidas, tem que vencer de forma contundente. Isso também tem sua lógica.
O fato é que Florence é o campeão mundial da WSL em 2017 e Gabriel também não vai esmorecer em busca do bi, do tri...

GABRIEL MEDINA MOSTROU SUA INTIMIDADE E DETERMINAÇÃO NAS VARIADAS CONDIÇÕES DE PIPELINE E BACKDOOR. FUTURO PIPEMASTER... FOR SURE!
FOTO: HEFF \ WSL

IAN GOUVEIA FOI O BRASILEIRO A IR MAIS LONGE NO BILLABONG PIPE MASTERS DE 2017, CHEGOU ATÉ AS SEMIFINAIS E O ESFORÇO VALEU A VAGA PARA A ELITE NA TEMPORADA 2018. NA FOTO ACIMA TREINANDO NOS DIAS DE VENTO RUIM DO QUADRANTE NORTE
FOTO: CESTARI \ WSL

O que pretendo deixar registrado nesta última postagem de 2017 é uma perspectiva sólida de evolução para o surf brasileiro, vou destacar alguns fatos e constatações e vamos com fé para 2018.

11 BRAZUCAS NA ELITE
Isso é uma façanha incrível, é a primeira vez que ultrapassamos o número de australianos na elite. Ou melhor, acho que é a primeira vez que qualquer país ultrapassa o número de australianos no primeiro escalão da WSL \ ASP \ IPS. Onze de 34 surfistas classificados para disputar o título, é um terço da força.

Também tivemos 11 classificados, em 2000, para disputar a temporada de 2001, nosso recorde anterior, mas naquele tempo eram os TOP 44, ou seja 25% e os australianos representavam quase 50% dos surfistas de elite.
Vejam o quadro abaixo que saiu publicado em uma reportagem especial que fiz para a revista Hardcore na edição de 15 anos:

REPRODUÇÃO DA EDIÇÃO # 176 DA HARDCORE – ABRIL 2004
O quadro mostra o campeão mundial e a colocação de todos os brasileiros que disputaram o circuito em cada ano. Eram 11 brasileiros em 2001, caímos para dez em 2002 e nove surfistas em 2003. As setas indicam atletas que não se classificaram para a temporada seguinte.

A ABERTURA DA MATÉRIA DE 2004 TRAZIA OS DOIS BRASILEIROS QUE FORMARAM A LINHA DE FRENTE DO SEGUNDO ATAQUE AO TOUR. FABIO GOUVEIA EM AÇÃO E TECO PADARATZ. FOTOS DE JAMES THISTED E FERNANDO CASSINI
(já reproduzi outros quadros desta pesquisa\reportagem em postagens anteriores)
CLIQUEM E AMPLIEM QUE DÁ LEITURA


PÁGINA DA CITADA MATÉRIA COM MAIS ESTATÍSTICAS QUE COMPILEI EM 2004

PETERSON ROSA NO PÓDIO, VICE-CAMPEÃO EM J-BAY 2001. O BRONCO, OU ANIMAL, COMO ERA CONHECIDO PELOS GRINGOS, DE 1998 AO INÍCIO DOS ANOS 2000 FOI, EM QUATRO OCASIÕES, O BRASILEIRO MELHOR COLOCADO AO FINAL DE UMA TEMPORADA NA ASP. FOTO LEVY PAIVA

Nesta temporada de 2017, mesmo sem termos levado o título máximo, nossos números são superlativos.

5 VITÓRIAS EM ETAPAS DO WCT 2017
Filipe venceu J-Bay e Trestles, Gabriel na França e Portugal, Adriano em Saquarema; os aussies ficaram com três Owen na Gold Coast, Wilko em Fiji e Julian no Tahiti; mais um título para o Hawaii (John), África (Jordy) e França (Jeremy), ou seja – total supremacia brasileira em vitórias no CT em 2017.

5 NOVOS CLASSIFICADOS PELO WQS
Jessé Mendes, Tomás Hermes, Yago Dora, Willian Cardoso e Michael Rodrigues são novidades brasileiras no CT 2018, contra um americano Griffin Colapinto (mais o retorno de Pat G.), um australiano Wade Carmichael. As vagas do QS são completadas pelos havaianos Lau e Asing, que a exemplo de Gudauskas não disputarão o Rookie of the Year por já terem participado de temporadas completas anteriores. 
Isso não é supremacia???
Só que a coisa não para por aqui.

BRASILEIROS NA TRIPLE CROWN
Vamos analisar agora o ranking da Vans Triple Crown of Surfing 2017, entre os 15 primeiros, ao final dos três eventos, tínhamos meia dúzia de brasileiros, contra quatro norte-americanos, um australiano, um francês, um italiano, um taitiano e o solitário havaiano John John. Essa série de eventos sempre foi dominada por havaianos e australianos. Griffin foi o primeiro e único surfista da Califórnia a vencer a série. E Gabriel Medina o único brasileiro em 2015. Até o início deste milênio os nomes de brasileiros pairavam “longínquos” dos Top 5 desta série.
RANKING FINAL DA HAWAIIAN TRIPLE CROWN EM 2017

A vitória de Filipe Toledo em Haleiwa foi a primeira de um brasileiro no Hawaiian Pro. O evento de Haleiwa, primeira etapa, é o campeonato havaiano em que mais colocamos brasileiros no pódio, inclusive as meninas, que já haviam vencido, mas entre os homens esta vitória de Filipinho foi emblemática e marcante, quebrou um tabu e agora, finalmente, temos vitórias nos três eventos da Tríplice Coroa Havaiana.

No campeonato de Sunset Fabinho Gouveia quebrou o gelo em 1991. A segunda vitória veio em 2010 com Raoni Monteiro na O’Neill World Cup. Considero também uma vitória, talvez até mais engasgada que aquela derrota de Gabriel para Julian Wilson em Portugal em 2012, o segundo lugar de Leo Neves para Makua Rothman em 2007.

VAMOS FALAR DE PIPELINE

GABRIEL MEDINA, ADRIANO DE SOUZA E A BANDEIRA BRASILEIRA
ESTENDIDA NO PÓDIO DO BILLABONG PIPELINE MASTERS EM 2015

O ano de 2015 fechou de forma apoteótica para o surf brasileiro. Não sei se teremos outra temporada tão espetacular (?), vejam a postagem que deixei neste Blog - HISTÓRIAS DO SURF no final de 2015, há exatos dois anos (LINK ao final desta postagem), para ter uma ideia da magnitude. Esta imagem acima diz muito: a primeira taça da Era WSL erguida por Mineirinho, o troféu da Triple Crown aos pés de Gabriel. Medina – o primeiro brasileiro a vencer a Tríplice Coroa Havaiana; De Souza – o primeiro brasileiro a vencer o Pipeline Masters. Ambos numa final no Hawaii. O ano de 2015 trouxe uma série de outros indicadores assinalados há 24 meses neste blog.

Historicamente Pipeline é uma onda em que os brasileiros (qualquer surfista do mundo), encontram desafio e superação. Antes de Gabriel e Adriano, Pepê Lopes, Guilherme Herdy e Renan Rocha frequentaram este aclamado pódio.

PEPÊ LOPES ENCARANDO A CÂMERA
DE COSTAS GERRY LOPEZ, MAIS AO FUNDO RORY RUSSELL E MARK RICHARDS “DIZE-ME COM QUEM ANDAS...” REPRODUÇÃO DO LIVRO DE ALEX GUTENBERG PUBLICADO PELA FLUIR EM 1989, DOIS ANOS ANTES DE SEU ACIDENTE FATAL
 PEDRO PAULO GUISE CARNEIRO LOPES RUMO A FINAL DO PIPELINE MASTERS INVITATIONAL EM DEZEMBRO DE 1976, FOTO: JEFF HORNBAKER

 GUILHERME HERDY EM CAPA DA INSIDE DURANTE O ÉPICO EVENTO DE 1995


GUILHERME HERDY UM ANO DEPOIS, EM DEZEMBRO DE 1996, SUBIU AO PÓDIO NUMA ÉPOCA EM QUE OS TERCEIROS COLOCADOS ERAM AGRACIADOS COM TROFÉUS, REPAREM NO PRATO QUE ELE ESTÁ SEGURANDO. COBERTURA QUE FIZ PARA A HARDCORE NÚMERO #90 DE FEVEREIRO \ 97. FOTO: JAMES THISTED

RENAN ROCHA SUBIU AO PÓDIO DO PIPELINE MASTERS, FICANDO EM TERCEIRO LUGAR EM 2000, COM DIREITO A NOTA 10 EM SUA TRAJETÓRIA
FOTO: SEBASTIAN ROJAS

Evolução
Contra fatos não há argumentos, os números apresentados acima dão uma dimensão do crescimento e da presença brasileira no cenário do surf internacional, não mentem e dão peso a uma história que está sendo escrita com muita dedicação e esforço. Devemos vangloriar nossos pioneiros.

DANIEL FRIEDMANN COMPETINDO NOS ANOS 1970 - WAIMEA 5000, ARPOADOR
FOTO: NILTON BARBOSA RECORTADA DAQUELA REVISTA HARDCORE DE 2004

VICTOR RIBAS ATINGIU A TERCEIRA COLOCAÇÃO NA TEMPORADA 1999, EM DEZEMBRO DAQUELE ANO ESBANJOU ESTILO EM PIPELINE. FOTO DEAN WILMOT, CAPA DA FLUIR #172 DE FEVEREIRO DE 2000

 EM 2002 NECO PADARATZ TEVE UMA TEMPORADA AVASSALADORA NA FRANÇA, VENCEU O QUIKSILVER PRO DEIXANDO ANDY IRONS (CAMPEÃO DA ASP NO ANO) EM SEGUNDO. ABERTURA DE MATÉRIA NA HARDCORE ESCRITA POR FABINHO GOUVEIA

LEO NEVES EM 2007 TEVE UMA (DE VÁRIAS) APRESENTAÇÃO MAGNÍFICA EM SUNSET BEACH, COM ONDAS GRANDES E MUITA DESENVOLTURA NAS PESADAS ONDAS DO LENDÁRIO PICO, EM MINHA OPINIÃO: VENCEU O CAMPEONATO, MAS DERAM PARA OUTRO. FOTO ROWLAND \ ASP

EM 2008 NÃO HAVIA TEMPESTADA NO HORIZONTE. O BRASIL NÃO SUBIA EM UM TOPO DE PÓDIO DO WCT DESDE NECO NA FRANÇA EM 2002, BRUNO SANTOS SURGIU “DO NADA” WILDCARD DO BILLABONG PRO TEAHUPOO FEZ A MALA. CHOQUE! CAPA DA HARDCORE #226. FOTO: JEFF DIAS

BRUNINHO FIRME NOS TUBOS DE TEAHUPOO
FOTO: KRISTIN \ ASP

EM 2010 FOI RAONI MONTEIRO QUE FEZ AS HONRAS DO BRASIL EM SUNSET BEACH VENCENDO A WORLD CUP. ESSES SURFISTAS DE SAQUAREMA SABEM LIDAR COM AQUELA ONDA


Renovação
Década de 10, a renovação brasileira desponta no horizonte e toma corpo, capitaneados por Adriano de Souza, que havia sido o sangue novo, caçula da primeira década do novo milênio. 
Nossa tropa de elite entra firme para 2018. São 11 brasileiros (5 novidades), contra 8 aussies, 6 yankees, 4 havaianos, 2 franceses, e 1 de Portugal, Tahiti e o perigoso e mordido talento da África do Sul - Jordy Smith. Com a possibilidade do primeiro alternate (Michael February), outro grande talento da África do Sul, participar de diversas etapas em 2018.

No meio de março a nova corrida pelo título mundial começa quente, com muitos postulantes e não me arrisco a chutar quantos de nossos brasileiros terminarão entre os Top 10, cada um deles têm predicados interessantes.

VAMOS ILUSTRAR ISSO (com fotos da Tríplice Coroa)

MICHAEL RODRIGUES (11º WQS) SURFANDO EM SUNSET
CEARENSE RADICADO EM FLORIPA SURFA LEVE E ESPONTÂNEO
FOTO: KEOKI \ WSL

 WILLIAN CARDOSO (8º WQS) HALEIWA
POWER SURFER NATO, AS ONDAS DO DREAM TOUR VÃO SENTIR SUA FORÇA
FOTO: HEFF \ WSL

YAGO DORA (6º WQS) SUNSET BEACH
CRIATIVIDADE E FLAIR, SEU SURF AINDA TEM MUITO PARA DESABROCHAR
FOTO: HEFF \ WSL

TOMÁS HERMES (5º WQS) SUNSET POINT
CAMPEÃO BRASILEIRO DE 2011 E DESFERE O CUTBACK MAIS POLIDO DO RAMO
IMAGEM: WSL

JESSÉ MENDES (2º WQS) SUNSET
INTELIGÊNCIA COMPETITIVA, VAI ELEVAR SEU PADRÃO DE SURF NO WCT
FOTO: HEFF \ WSL

 
IAN GOUVEIA (23º WCT & WILD CARD) PIPELINE
ALÉM DE SEU DNA FABULOSO DOMINA TUBOS, AÉREOS E MANOBRAS NA FACE
FOTO: POULLENOT \ WSL

ÍTALO FERREIRA (22º WCT) BACKDOOR PIPELINE
UMA TEMPORADA COMPLETA NO TRILHO DEVE IMPRESSIONAR E ASSUSTAR
FOTO: POULLENOT \ WSL

CAIO IBELLI (18º WCT) NA JUNÇÃO DE SUNSET
SURFISTA COMPLETO EM QUALQUER TAMANHO DE MAR, ESTILO E GARRA
FOTO: KEOKI \ WSL

FILIPE TOLEDO (10º WCT) HALEIWA
EM 2017 DEU SHOW EM J-BAY, TRESTLES E HALEIWA, VEM COM TUDO EM 2018
FOTO: KEOKI \ WSL

ADRIANO DE SOUZA (8º WCT) BACKDOOR PIPELINE
O MAIS TARIMBADO DA SELEÇÃO, OUTRO TÍTULO NÃO ESTÁ FORA DE QUESTÃO
FOTO: POULLENOT \ WSL

GABRIEL MEDINA (2º WCT) AREIAS DE PIPELINE
RESPEITO, ADMIRAÇÃO, RIVALIDADE. 
TOMOU O BASTÃO DA GERAÇÃO SLATER, FANNING, PARKO... EM 2014. SERÁ QUE ALGUM DESTES SURFISTAS DA "VELHA GUARDA" VOLTA AO TOPO?
FOTO: STEVE SHERMAN \ WSL


Futurologia sempre foi um exercício interessante no jornalismo de surf, metade dessa turma brasileira tem potencial para um título da WSL nos próximos anos, com esta 99ª postagem vou deixando uma massa de informações que será distribuída em meu livro com um arranjo estético bem diferenciado deste.
O que considero importante é continuar municiando os frequentadores deste blog com informação fidedigna, conteúdo e substância para reflexão e apreciação dessa bela história construída por nossos surfistas. Destaco também que todos os surfistas que um dia alcançaram o WCT, todos os campeões e campeãs brasileiras nacionais e estaduais profissionais estarão mencionados na obra que agora tem previsão de lançamento para 2018 (os primeiros dois volumes) de um total de 660 páginas.

Este projeto culmina com o lançamento de 5 VOLUMES, até 2020, do livro A GRANDE HISTÓRIA DO SURF BRASILEIRO, conheça detalhes clicando no link abaixo:


OUTROS POSTS SOBRE A HAWAIIAN TRIPLE CROWN E OS BRASILEIROS

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